Andar por essas ruas é a única coisa que tenho feito desde o fim, procurando mil maneiras de fugir das mãos que quebraram os vidros e dos olhos que até ontem transmitiam verdade. Ser só é tão doloroso, é dose de independência misturada com menor idade: você sabe que até pode, mas sempre vai precisar de alguém. Os papéis rasgados eram tentativas frustradas de cartas, de dizer mil amores. Culpa, curioso sentimento... Já disseram-me que a culpa é o arrependimento dos fracos, e espero que seja mesmo, pois desejo muito mais nunca tê-la sentido. Tudo teu é tão meu que deixo que me tome, que faça parte. Acredito em nós dois e continuarei acreditando, o que eu não consigo é nos individualizar, talvez porque você seja a alma, a metade, ou mesmo nós dois por inteiro, e eu já não precise tanto assim de mim.
Andreza Reis.

Absurdamente maravilho... To sem palavras!
ResponderExcluirEsse texto é de sua autoria?
Teu blog tá todo lindo, parabéns!
Muitíssimo obrigada! Sim, o texto é de minha autoria. :D
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