Muitas coisas valem à pena. Risos, trechos, amores infinitos, lágrimas, filmes, odores, páginas, timbres, rostos, vícios, ventos. Coisas sem nexo algum, que refletem numa infinita combinação de sensações e prazeres. Coisas essas que compõem a cifra mutável que somos, e que muitas vezes toca conforme as fases da lua, inconstantes, mas que acabam por se repetir num ciclo. Talvez com pessoas diferentes, e intensidades diferentes, só que os medos e incertezas, serão sempre os mesmos, apenas bem mais camuflados. E é então quando descobrimos que não podemos fugir deles, no máximo, domá-los. Porque somos como somos, e negar isso, é acreditar numa falsa verdade na qual pessoas mudam outras.
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