Escrevo com um medo imenso de rabiscar e não viver, temendo o fim do futuro que espero, antes mesmo do ponto de partida. Cuidei-me e ando me ajudando como posso, mas a invasão que se concretiza em mim toma toda a liberdade de estar bem e o poder de propagação de um conceito miúdo chamado felicidade. Quero adoecer e adormecer só, quero curar-me só, devo achar que é castigo e depois pedir perdão à minha própria mente por ter caluniado o meu eu sem pena e sem justa causa. Ah, quanta desconfiança, quantas fraturas expostas que só eu sou capaz de ver... Que pena de mim, que martírio por não ter feito diferente, um pessimismo atordoado vai digerindo o que me resta, me fazendo sofrer devagarzinho e cada sopro apaga uma vela que jamais se acenderá novamente. Cavem e me esperem, me esperem muito, muito mesmo. Não pretendo facilitar o meu caminho e chegar ao seu querer, minha vontade é minha, unicamente minha e o que me move agora é um negócio miúdo como a felicidade e talvez muito mais forte, falo de esperança... Enquanto existir que seja clichê, que seja de verdade a última a morrer.
Andreza Reis.

Verdadeiro... E foi a última frase a dizer tudo!
ResponderExcluirBom fim de semana! :)
Bjs.
Obrigada! Bom fim de semana para você também, linda. =]
ResponderExcluirBeijos.